segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Vestibular de Verão: Unicentro divulga gabarito e provas do primeiro dia

14/01/2013  -18:25:15           Escala  Noticias






As provas e o gabarito provisório do primeiro dia de vestibular da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro), que ocorreu no domingo (13), já estão disponíveis no site www.unicentro.br/vestibular. O gabarito e as provas do segundo dia devem ser divulgados na terça-feira (15), no período da tarde.
A Coordenadoria Central de Processo Seletivos (Coorps) também divulgou o número total de ausentes do Vestibular de Verão. Dos 4345 inscritos, 491 (11,3%) faltaram às provas. Confira na tabela abaixo o número de faltantes do vestibular da Unicentro:

LOCAL
INSCRITOS
AUSENTES
Guarapuava (Campus Santa Cruz)
1945
199 (10,23%)
Irati
1053
123 (11,68%)
Chopinzinho
213
27 (12,67%)
Laranjeiras do Sul
332
52 (15,66%)
Pitanga
263
37 (14,06%)
Prudentópolis
388
31 (7,98%)
Coronel Vivida
151
22 (14,56%)
TOTAL
4345
491 (11,3%)

Para o Vestibular de Verão, a Unicentro oferta 1305 vagas em 36 cursos de graduação. O segundo vestibular de 2013 termina amanhã (14/01) e a relação de aprovados está prevista para 1º de fevereiro.
No canal da Unicentro no YouTube, é possível conferir clips com cenas do processo seletivo. As fotos do Vestibular de Verão da Unicentro podem ser conferidas no Banco de Imagens da instituição ou no álbum do Picasa.
Mais informações na Coorps, pelos telefones (42) 3621-1034 (Guarapuava) e (42) 3421-3068 (Irati), ou ainda pelo e-mail: vestibular@unicentro.br.


Corpos das vítimas de tiroteio ainda encontram-se no IML

14/1/2013 - 11:34:12                    Escala   Noticias

Duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas no Tancredo Neves.
Os corpos de Fernando José Ferreira da Silva, 31 anos, e OsvaldoVilmar de Lima, 56 anos, ainda encontram-se no Instituto Médico legal (IML) de Guarapuava aguardando a liberação para velório e sepultamento. Ambos foram vítimas do tiroteio que aconteceu na noite de ontem, domingo (13), no Núcleo Tancredo Neves, em Guarapuava. De acordo com uma funcionária do IML, o médico legista ainda não apareceu no Instituto e familiares providenciam documentos das vítimas.
A confusão começou por volta das 20h30 de ontem, por causa de uma ocorrência de perturbação do sossego alheio. Um veículo estacionado em frente a um bar estava com o som excessivamente alto. De acordo com a Polícia Militar, cerca de 50 pessoas dançavam e bebiam no estacionamento de um mercado e outras estavam dentro do bar. “Essa situação acontece todos os finai de semana e um dia ia acabar mal”, comentou uma das testemunhas.
A retirada do som do veículo, iniciativa dos policiais, e a detenção do proprietário provocou a reação dos populares. “Várias pessoas começaram a investir contra a equipe policial arremessando pedras, garrafas, também partindo com socos e chutes, com o intuito de resgatar o detido. Em seguida, os policiais ouviram alguns disparos de arma de fogo, fazendo com soltasse o detido e reagisse disparando um tiro de advertência no chão”, diz a versão da PM no boletim expedido nesta segunda-feira (14).
Segundo o BO, Durante a briga, um dos policiais caiu e perdeu o bastão que “estava em punho”; outro levou vários chutes e o terceiro policial sofreu a tentativa de ter a arma retirada da mão, “entrando em luta corporal fez com que tivesse de efetuar um disparo”.
A PM confirmou a participação de um policial à paisana. “Um policial que estava de folga passando pelo local, visualizou toda a situação parou e auxiliou a equipe prestando apoio, pois o número de agressores era excessivamente superior ao número de policiais, sendo que também precisou efetuar disparos, pois mesmo se identificando como policial, também acabou sendo vítima das agressões”, diz a polícia.

Ainda conforme a versão policial, um dos agressores atingido por tiro correu e caiu há alguns metros do local. Ainda no chão, “uma pessoa aproximou-se do seu corpo já em óbito, revirando-o e retirando um objeto que aparentava ser uma arma de fogo, onde logo em seguida embarcou em uma motocicleta e saiu em alta velocidade, realizando disparos de arma de fogo”.

Após essa confusão, conforme a PM, grande parte da multidão dispersou, possibilitando ver que três dos agressores haviam sido atingidos por tiros. Um morreu ao chegar ao Hospital São Vicente; um entrou em óbito no local; outro está internado também no Hospital São Vicente e outro sofreu ferimento por estilhaço na perna direita e foi entregue na 14ª SDP. Logo em seguida chegaram ao local da ocorrência outras equipes policiais em apoio, além do Coordenador do Policiamento da Unidade (CPU) e o Serviço Reservado. Após o controle da situação foi acionada o SIATE e o SAMU, que encaminharam os feridos para atendimento hospitalar, sendo também acionado o IML, a Criminalística e a Polícia Civil para os procedimentos no local da ocorrência. O proprietário do veículo Fiat Uno que estava com o som fugiu, mas o veículo foi encaminhado até a 14ª SDP junto com o som apreendido.
A PM instaurou inquérito para apurar responsabilidades e afastou os policiais envolvidos.


POPULARES SE REVOLTAM
A versão de testemunhas, porém, é outra. Todos reclamam da arbitrariedade policial cuja equipe começou os tiros sem se importar com as crianças que estavam no local. “Muitas eram crianças de colo que estavam junto com os pais”, disse Kelen Campos Garcia, que participou da confusão.
“Quando isso aqui virar São Paulo onde o povo está matando policiais despreparados e bandidos não adianta reclamar. Isso é um absurdo”, reclama outra jovem que viu a situação e que prefere não ser identificada.
“A polícia tem a obrigação de manter e não de provocar a desordem. Está certo que o som estava muito alto, mas as pessoas estavam aqui se divertindo e tinha muita criança junto com os pais. Mas a polícia chegou botando banca, com cassetete e arma em punho. Queriam o que? Que o povo ficasse olhando os outros apanhar e morrer?”questiona uma amiga de Kelen que estava junto.
Testemunhas e populares exaltados gritavam palavras contra os policiais e muitos lembravam de outra ocorrência também por perturbação do sossego em que um jovem foi morto por um PM à paisana.
RSN

Ambulância do Samu se envolve em acidente no centro de Guarapuava

14/1/2013 - 08:39:22

Veículo tombou sobre uma calçada. Motorista foi encaminhado para atendimento.
Ambulância do Samu se envolve em acidente no centro de Guarapuava

Uma ambulância do Samu se envolveu em um acidente na manhã de hoje (14) no centro de Guarapuava.

O acidente aconteceu por volta das 07h30, no cruzamento das ruas Brigadeiro Rocha e Senador Pinheiro Machado e envolveu três veículos. Com a violência do impacto, a ambulância do Samu tombou sobre uma calçada na rua Brigadeiro Rocha.

Além da ambulância, o acidente envolveu um veículo VW Gol, placas MAW 0056, de Candói, e um veículo GM Corsa, placas AUK 6038, de Guarapuava.

De acordo com o condutor do Gol, Elessandro Parizotto, ele seguia pela rua Brigadeiro Rocha e a ambulância vinha no sentido Senador Pinheiro Machado, destacamento do Corpo de Bombeiros para o centro. “O sinal estava verde para mim. Eu ouvi a sirene da ambulância, mas não tive noção da distância e nem de onde ela estava vindo. Quando vi ela já estava na minha frente”, conta o motorista. Além de Elessandro, o Gol era ocupado pelo seu pai Adeir Parizotto, de 54 anos, pela sua mãe Laídes Parizotto, 52 anos, e pelos amigos da família Darci Ribeiro, de 60 anos, e Leandro Sobota. Elessandro e seus familiares estavam conduzindo Darci Ribeiro para o hospital, para tratamento de câncer. Ninguém se feriu no veículo.

Com o impacto da batida entre a ambulância e o Gol, a ambulância foi jogada contra o veículo Corsa, que estava estacionado na rua Brigadeiro Rocha, e acabou tombando sobre uma calçada. O motorista da ambulância, que estava indo prestar um atendimento, foi atendido por outro veículo do Samu e encaminhado para a Emergência Municipal.
RSN

Duas pessoas morrem e três ficam feridas em confronto com a PM

14/1/2013 - 10:43;12                   Escala    Noticias

 Tiroteio aconteceu no Núcelo Tancredo Neves, em Guarapuava.



Duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas num tiroteio no Núcleo Tancredo Neves, em Guarapuava, entre populares, três policiais militares e um à paisana na noite deste domingo (13).

Testemunhas e envolvidos acusam a Polícia Militar por abuso de autoridade e dizem que policiais atiraram numa das vítimas quando esta já encontrava-se caída com um tiro na barriga. "O tiro foi para acabar de matar", acusa Kelen de Campos Garcia, 21 anos, que foi atingida por um tiro de raspão perto do ombro. "Eles (policiais) estavam atirando para matar. Só não morri porque meu irmão de puxou. Ele foi baleado no abdômen e está passando por cirurgia", disse a jovem. "Um velhinho que tinha acabado de chegar no bar e que não tinha nada com a confusão morreu inocente", afirma Kelen. "O Fernando tinha sido atingido por um tiro na barriga, estava caído e inconsceinte quando chegou um policial à paisana e deu tiro acabando de matar. Isso é covardia", afirma. "Esses policiais assassinos são todos covardes. Estão matando a população", diziam pessoas indignadas.


Tudo começou quando houve a denúncia de perturbação de sossego porque o som de um veículo estava muito alto. O carro possui as placas ASJ 4377, de Guarapuava, plotado com o nome de uma empresa. O veícuo estava estacionado em frente ao Snooker Bar TN que estava lotado. "Tinha perto de 100 pessoas", disse uma das testemunhas. O bar fica nas proximidades do campo de futebol do núcleo.

"Nossa equipe recebeu o chamado e como é de praxe retirou o aparelho de som e deteve o proprietário quando muitas pessoas vieram para arrebatar o preso. Um disparo saiu de perto do bar e outras pessoas vieram com pedras, pedaços de paus e copos atirando contra os policiais", explicou o Capitão Cristiano Cubas à REDE SUL DE NOTÍCIAS. Ele chegou bem depois do fato ter ocorrido. "Foi por volta das 21 horas que tudo começou", informou um dos policiais que chegou com a equipe de reforço.

De acordo com Cubas, um policial que estava de folga e à paisana passava pelo loval no momento da confusão e parou para ajudar os colegas. Segundo Kelen, teria sido esse policial que atirou numa das vítimas depois que esta já tinha sido atirada e encontrava-se caída.

Kelen disse também que sua irmã Andrea, 26 anos, teve o braço esquerdo quebrado por um policial, depois de ter sido agredida por um tapa no rosto. "Ninguém podia falar com os policiais que agrediam. Meu irmão (Ezequiel) entrou na briga para defender a minha irmã que tentava argumentar com os policiais pedindo que eles tivessem calma, pois crianças pequenas estavam no local. Foi quando meu irmão recebeu o tiro no abdômen", disse à REDE SUL DE NOTÍCIAS.


"Em que mundo estamos? A polícia está matando as pessoas. Num dia desses matou um rapaz ali no Parque de Lago. Eu fui pedir informações sobre meu filho e quae me bateram", diz dona Luiz de Campos Garcia, mãe de Ezequiel, de Kelen e de Andrea. A família reside na Vila Planalto, mas costuma participar de jogos no campo do Tancredo Neves. "Estamos aqui todos os domingos", confirma Kelen.

De acordo com o Capitão Cubas, a PM vai instaurar inquérito para apurara a ocorrência. "A Secretaria de Segurança Pública já foi informada e quer saber os detalhes", afirmou. Segundo o capitão, os três policiais envolvidos serão afastados até a investigação acabar. Cubas confirmou a morte de duas pessoas, outros dois feridos (um no abdômen e outro no pé) e desconhecia a moça que teve o braço quebrado e que, segundo familiares, foi atendida na Urgência 24 Horas.

Até às 23h50 deste domingo a Polícia Civil ainda não tinha nenhuma informação sobre a identidade das vítimas e das pessoas envolvidas. O dono do veículo que tinha o som, conseguiu fugir, mas deixou o carro que foi guinchado pela PM. "Cada passo chega alguém com testemunhas", disse o plantonista da Civil à RSN.


Os corpos foram removidos e levados ao Instituto Médico Legal. A reportagem da RSN foi até o Instituto, mas o local estava fechado.