no ar desde 08/04/2012 JORNAL A NOTÍCIA
sábado, 1 de junho de 2013
Acig Guarapuava: Entrega dos prêmios da campanha ´Eu amo minha mãe` será feita nesta segunda - feira
01/06/2013 - 20:52:23 Escala Noticias
Joelma da Silva Penteado (Maxiesportes)
Maria Rosilda Lopes (Mercado Pague Pouco)
Ivone Batista (Auto Posto Saldanha)
Clarice Cristina Javorivski (Sak Som)
Bernadete Cercina (Century Sports)
Rosimére Ap. Louris Rocha (Casa Modelo)
José Alaor Ortiz da Fonseca (Loja Morcat)
Rozane P. de Lima (Supermercado Superpão)
Neuza Niczai de Araujo (Lacerda Materiais de Construção)
Maria Rosilda Lopes (Mercado Pague Pouco)
Ivone Batista (Auto Posto Saldanha)
Clarice Cristina Javorivski (Sak Som)
Bernadete Cercina (Century Sports)
Rosimére Ap. Louris Rocha (Casa Modelo)
José Alaor Ortiz da Fonseca (Loja Morcat)
Rozane P. de Lima (Supermercado Superpão)
Neuza Niczai de Araujo (Lacerda Materiais de Construção)
TV LCD 32"
Jeceni Amaral Fonseca (Modas Jolie)
Jacir F. Ramos (Posto Samambaia II)
Abegair de Souza (San Rio Modas)
Jeceni Amaral Fonseca (Modas Jolie)
Jacir F. Ramos (Posto Samambaia II)
Abegair de Souza (San Rio Modas)
(Fonte: Assessoria da ACIG)
Ruas de Irati vão ganhar câmeras de segurança
01/06/2013 -17:49:23 Escala Noticias
By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: Rodrigo Zub (Radio Najua) – Imagem: Rodrigo Zub
Sorria, você está sendo filmado. A frase que se tornou slogan comum em
estabelecimentos comerciais que possuem câmeras de segurança também irá
fazer parte do cotidiano dos iratienses. Nos próximos dias estará em
funcionamento um sistema de monitoramento inédito no Centro-Sul. Irati
será o primeiro município da região que receberá a estrutura.
No total, estão sendo instaladas oito câmeras em locais de grande
concentração de público. As imagens captadas serão enviadas em tempo
real à 8ª Companhia Independente de Polícia Militar no Bairro Rio
Bonito. O sistema será monitorado por policiais militares e pela Guarda
Municipal.
Um estudo realizado pelo comando da Polícia Militar de Irati apontou os pontos estratégicos para a instalação das câmeras. Depois disso, o projeto foi repassado para uma empresa especializada em segurança que discutiu a viabilidade.
O Comandante da 8ª Cia da PM de Irati, Major Renato dos Santos Taborda, diz que a aquisição dos dispositivos de segurança foi feita com ajuda de empresários. O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) também contribuiu repassando ao Conselho Municipal de Segurança (CONSEG) recursos provenientes da venda de madeiras aprendidas. Segundo Taborda, sete câmeras já foram instaladas. A última que irá funcionar na Rua XV de Novembro (Posto Sobutka) será colocada em breve.
O Major relata que a manutenção dos equipamentos ficará a cargo do município. Ele explica que o sistema está em fase de testes e que algumas adaptações no software ainda são necessárias. “Tivemos algumas dificuldades para implantar o sistema pela questão climática e bélica, pasmem vocês, mas nós não tínhamos caminhão disponível. Precisávamos de um caminhão específico para levantar o técnico até no poste. Até o início do mês esperamos reunir a comunidade e as pessoas que ajudaram para realizar o lançamento oficial desse sistema”, afirma.
Ampliação do sistema
Taborda comenta que as câmeras serão mais uma ferramenta para combater a criminalidade e garantir a segurança no município. Ele enfatiza que o projeto uniu o interesse público e o particular. O Major conta que um dos objetivos é controlar a entrada e saída da cidade. Por esse motivo, foi instalada uma câmera nas proximidades do Morro da Santa, outra no trevo de saída para Curitiba e uma terceira no Rio Bonito. A possibilidade de instalar um dispositivo de segurança na Rua 19 de dezembro também foi cogitada. Porém, não houve viabilidade num primeiro momento. Taborda diz que a PM tem a intenção de ampliar o sistema e que a Rua 19 de dezembro é uma das prioridades por ser um local com grande aglomeração de pessoas.
“Devemos ajustar as coisas para chegar ao equilíbrio. Unimos o interesse do empresário que investiu ao interesse público. Escolhemos os locais em razão de estatísticas e quase conseguimos ampliar até a rua 19 de dezembro. Ainda temos interesse de colocar lá e podemos instalar em outros locais futuramente. Fora Ponta Grossa, Irati será a primeira cidade com monitoramento de câmeras na região”, comemora.
Um estudo realizado pelo comando da Polícia Militar de Irati apontou os pontos estratégicos para a instalação das câmeras. Depois disso, o projeto foi repassado para uma empresa especializada em segurança que discutiu a viabilidade.
O Comandante da 8ª Cia da PM de Irati, Major Renato dos Santos Taborda, diz que a aquisição dos dispositivos de segurança foi feita com ajuda de empresários. O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) também contribuiu repassando ao Conselho Municipal de Segurança (CONSEG) recursos provenientes da venda de madeiras aprendidas. Segundo Taborda, sete câmeras já foram instaladas. A última que irá funcionar na Rua XV de Novembro (Posto Sobutka) será colocada em breve.
O Major relata que a manutenção dos equipamentos ficará a cargo do município. Ele explica que o sistema está em fase de testes e que algumas adaptações no software ainda são necessárias. “Tivemos algumas dificuldades para implantar o sistema pela questão climática e bélica, pasmem vocês, mas nós não tínhamos caminhão disponível. Precisávamos de um caminhão específico para levantar o técnico até no poste. Até o início do mês esperamos reunir a comunidade e as pessoas que ajudaram para realizar o lançamento oficial desse sistema”, afirma.
Ampliação do sistema
Taborda comenta que as câmeras serão mais uma ferramenta para combater a criminalidade e garantir a segurança no município. Ele enfatiza que o projeto uniu o interesse público e o particular. O Major conta que um dos objetivos é controlar a entrada e saída da cidade. Por esse motivo, foi instalada uma câmera nas proximidades do Morro da Santa, outra no trevo de saída para Curitiba e uma terceira no Rio Bonito. A possibilidade de instalar um dispositivo de segurança na Rua 19 de dezembro também foi cogitada. Porém, não houve viabilidade num primeiro momento. Taborda diz que a PM tem a intenção de ampliar o sistema e que a Rua 19 de dezembro é uma das prioridades por ser um local com grande aglomeração de pessoas.
“Devemos ajustar as coisas para chegar ao equilíbrio. Unimos o interesse do empresário que investiu ao interesse público. Escolhemos os locais em razão de estatísticas e quase conseguimos ampliar até a rua 19 de dezembro. Ainda temos interesse de colocar lá e podemos instalar em outros locais futuramente. Fora Ponta Grossa, Irati será a primeira cidade com monitoramento de câmeras na região”, comemora.
Produtores rurais pedem suspensão de demarcação de terras indígenas
01/06/2013 - 17:45:45 Escala Noticias
Produtores rurais de Mato
Grosso do Sul se reuniram nesta semana com a ministra-chefe da Casa
Civil, Gleisi Hoffmann, para pedir a suspensão da demarcação de terras
indígenas no estado até que os processos sejam submetidos a pareceres da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e dos ministérios
da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário. A interrupção da criação
de novas reservas indígenas está suspensa no Paraná e o mesmo também
deve ocorrer no Rio Grande do Sul por determinação do governo federal.
No entanto, para Mato Grosso do Sul, estado com histórico de conflitos entre indígenas e produtores rurais, a suspensão dos processos não está autorizada. Segundo o presidente da Frente Nacional Agropecuária, Francisco Maia, os produtores saíram da reunião de terça-feira sem respostas do governo. “Chegamos com um problema grave e estamos saindo com o mesmo”. Maia disse que os produtores rurais do sul do estado estão dispostos “a parar o país” para cobrar uma decisão do governo federal em relação aos conflitos fundiários em Mato Grosso do Sul.
“Nosso problema é imediato. Os produtores estão em uma situação de desespero e talvez vão ter que tomar uma posição mais contundente, mais de força, e fazer o que os trabalhadores fazem quando querem reivindicar: parar o país. Se o governo não agir imediatamente, o campo irá dar uma resposta”, ameaçou. “A gente sabe que governo não age, governo reage”.
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Jérson Domingos, que também participou da reunião no Palácio do Planalto, disse que a Casa Civil solicitou documentos do governo do estado que apontem quais áreas são alvo de disputa entre índios e fazendeiros. “Vamos fazer chegar esses documentos em 48 horas, mas a vontade política que vi hoje aqui em Brasília não me convence de que haja vontade de dar uma solução para esses conflitos em Mato Grosso do Sul e no Brasil inteiro”, avaliou.
Nos casos em que o governo já determinou a suspensão de novas demarcações, os estudos já elaborados pela Fundação Nacional do Índio (Funai), responsável pelos processos, serão confrontados com levantamentos produzidos pela Embrapa. Outras instâncias do governo, como o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério da Agricultura, também serão consultadas sobre os impactos da demarcação de novos territórios.
No entanto, para Mato Grosso do Sul, estado com histórico de conflitos entre indígenas e produtores rurais, a suspensão dos processos não está autorizada. Segundo o presidente da Frente Nacional Agropecuária, Francisco Maia, os produtores saíram da reunião de terça-feira sem respostas do governo. “Chegamos com um problema grave e estamos saindo com o mesmo”. Maia disse que os produtores rurais do sul do estado estão dispostos “a parar o país” para cobrar uma decisão do governo federal em relação aos conflitos fundiários em Mato Grosso do Sul.
“Nosso problema é imediato. Os produtores estão em uma situação de desespero e talvez vão ter que tomar uma posição mais contundente, mais de força, e fazer o que os trabalhadores fazem quando querem reivindicar: parar o país. Se o governo não agir imediatamente, o campo irá dar uma resposta”, ameaçou. “A gente sabe que governo não age, governo reage”.
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Jérson Domingos, que também participou da reunião no Palácio do Planalto, disse que a Casa Civil solicitou documentos do governo do estado que apontem quais áreas são alvo de disputa entre índios e fazendeiros. “Vamos fazer chegar esses documentos em 48 horas, mas a vontade política que vi hoje aqui em Brasília não me convence de que haja vontade de dar uma solução para esses conflitos em Mato Grosso do Sul e no Brasil inteiro”, avaliou.
Nos casos em que o governo já determinou a suspensão de novas demarcações, os estudos já elaborados pela Fundação Nacional do Índio (Funai), responsável pelos processos, serão confrontados com levantamentos produzidos pela Embrapa. Outras instâncias do governo, como o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério da Agricultura, também serão consultadas sobre os impactos da demarcação de novos territórios.
GN
SESCAP-PR realiza coleta de lixo eletrônico
01/06/2013 -17:43:12 Escala Noticias
Campanha E-LIXO será realizada durante a organização da Semana de Meio Ambiente, de 4 a 8 de junho, em Guarapuava-PR
O
Escritório Regional do SESCAP-PR em Guarapuava vai realizar uma nova
edição da campanha “E-LIXO”, entre os dias 4 e 8 de junho, em parceria
com a Prefeitura, durante a Semana de Meio Ambiente. O objetivo é
recolher equipamentos eletrônicos em desuso e descartá-lo de forma
racional e ecologicamente correta. A coleta do material será na Rua XV
de Novembro, em frente à Praça 9 de Dezembro
A parceria com a Secretaria de Meio Ambiente facilitou a organização do evento em função da logística, do armazenamento do material recolhido e da importância da campanha para o município. “Nós reconhecemos o importante trabalho que o SESCAP-PR realiza e vamos apoiar sempre, ainda mais um projeto como esse. Esperamos que as pessoas participem e tragam esse material inutilizado em casa ou no escritório”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Celso Araújo.
Como participar?
Participe da campanha direcionando equipamentos eletrônicos até um dos pontos de coleta. Confira locais e horários de coleta:
- De 4 a 7 de junho – das 9h às 17h, no calçadão da XV de Novembro (Praça 9 de Dezembro) e na Secretária do Meio Ambiente (Parque das Araucárias)
- Dia 08 de junho (sábado), mesmos locais, das 9h às 12h.
A parceria com a Secretaria de Meio Ambiente facilitou a organização do evento em função da logística, do armazenamento do material recolhido e da importância da campanha para o município. “Nós reconhecemos o importante trabalho que o SESCAP-PR realiza e vamos apoiar sempre, ainda mais um projeto como esse. Esperamos que as pessoas participem e tragam esse material inutilizado em casa ou no escritório”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Celso Araújo.
Como participar?
Participe da campanha direcionando equipamentos eletrônicos até um dos pontos de coleta. Confira locais e horários de coleta:
- De 4 a 7 de junho – das 9h às 17h, no calçadão da XV de Novembro (Praça 9 de Dezembro) e na Secretária do Meio Ambiente (Parque das Araucárias)
- Dia 08 de junho (sábado), mesmos locais, das 9h às 12h.
Informações:
(42) 3623-2841 – SESCAP-PR
(42) 3624-2214 – Secretaria do Meio Ambiente
(42) 3623-2841 – SESCAP-PR
(42) 3624-2214 – Secretaria do Meio Ambiente
GN
Joas diz que operação para conter presos foi um sucesso
01/6/2013 - 09:01:12 Escala Noticias
O capitão Joas Lins, que comandou a operação para conter os presos rebelados, nesta sexta-feira (31), em Guarapuava, disse que o trabalho foi um sucesso. "Foram mais de seis horas de negociação, onde houve uma tentativa de fuga com refem. Fizemos tudo de forma pacifica, respeitando os direitos humanos, a integridade fisica do refem e dos presos. Havia armas", afirmou. Quatro presos sairam feridos e dois - Alexandre Castilho e Daniel de Quadros - precisaram ser levados para hospital Outros foram medicados dentro da própria cadeia. Cinco presos foram transferidos para presídios de Londrina, Curitiba e Iretama, a pedido dos próprios presos. A transferência de outros está sendo negociada. Tudo isso fez parte das reivindicações feitas por uma comissão que negociou com juizes, promotores, advogados e com o chefe da carceragem.
De acordo com um ex-preso que deixou a cadeia na última segunda-feira, a rebelião já estava sendo organizada há duas semanas. "O que tirou a paciência foi a humilhação que as mulheres sofrem quando vem visitar parentes. Uma delas recebeu uma 'cantada' de um agente e foi a gota d'água", contou à REDE SUL DE NOTICIAS.
A rebelião começou por volta das 10 horas e só acabou no começo da noite. Durante todo esse tempo familiares permaneceram em frente à Delegacia de Policia. Mulheres mantinham contato com os maridos presos, por telefone celular, o tempo todo. Há presos que possuem mais de um número telefônico.
O temor dos familiares era a represália que poderia acontecer após as negociações por parte da Policia de Choque que chegou ao local ainda antes do horário do almoço. Cães da PM também estavam dentro da cadeia e isso temorizava os familaires ainda mais. Segundo o ex-presidiário que conversou com a RSN, no último motim, os presos foram deixados nus no solário, foram espancados e tiros foram disparados acima de suas cabeças. "Foi um horror e as mulheres e pais que estãoa qui sabem disso. Por isso, estão com medo", afirmou.
A todo o instante informações de dentro do presidio eram repassadas, muitas vezes, com dados que foram contestados pela polícia, o que alterava ainda mais os ânimos dos familiares. Sem noticias oficiais, a mãe de um jovem preso por tráfico, pulou o muro e foi seguida por outras mulheres.
A cada conversa as reclamações contra o tratamento dispensado por agentes aumentavam. Mas o que predominou foi a humilhação a que são expostas durante os dias de visitas. "Como você acha que sentimos tendo que ficar pelada na frente das nossas crianças; dos filhos de outros, inclusive de meninos com 12 anos de idade; tendo que nos agachar e ainda receber olhares dos agentes como se fossemos bandidas? Nós não temos culpa do que nossos filhos e maridos fizeram", disse uma mãe.
Outra reivindicação feita pelas mulheres é que o dia de visita seja mudado de sexta para domingo, já que muitas trabalham.
No lado de dentro, as negociações aconteceram no solário, onde os presos estavam. Juízes, promotores e policiais subiram no telhado para conversar e acalmar os ânimos até que tudo fosse normalizado. Quando os presos começaram a ser levados para as celas que não foram destruídas, a juíza Liana Lueders (VEP) e a promotora Marcia Marcia Broietti conversaram com familiares, respondendo todas as questões e dando tranquilidade. A promotora pediu que as pessoas evitem de levar drogas, armas para dentro da cadeia, o que coloca em risco a segurança dos próprios presos. Durante a negociação o disparo de uma arma de fogo alterou os ânimos de quem acompanhava no lado de fora. "O tiro foi disparado para o alto por um dos presos", disse o capitão Joas.
De acordo com a promotora, varias providencias serão tomadas durante a próxima semana para melhorar, dentro do possível, as condições da cadeia. Outra reclamação é que há muitos presos condenados, outros que ainda não foram a nenhuma audiência e outros que já deveriam estar em liberdade. A presença de pessoas de outros municípios e estados na cadeia, e a transferencia de presos de Guarapuava para outros municípios também engrossa a lista de reclamações.
RSN


