domingo, 15 de setembro de 2013

Em concurso de dança, grupos da melhor idade mostram ritmo e criatividade

15/9/2013-19:57:12-Escala  Noticias
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O terceiro dia do 7º Festival da Melhor Idade, coordenado pelas secretarias de Assistência Social e de Indústria, Comércio e Turismo de Guarapuava, ocorreu neste sábado (14), no Pahy Centro de Eventos. Pela manhã, os participantes tiveram aula de pilates e ensaiaram para as apresentações. Também foi reservado um momento para cuidar da beleza, com cortes de cabelo, penteados e maquiagem. À noite, 12 grupos mostraram muita criatividade na mostra e concurso de dança. Em seguida, todos se divertiram no Baile de Máscaras animado pelo cantor Celso Costa e, após, pela Banda Samaryna.
Durante as apresentações de dança, os jurados avaliaram criatividade, figurino, composição, coreografia, ritmo e sincronia. O Grupo Alegria de Viver, de Guarapuava, inovou com a troca de roupa no palco e levou o primeiro lugar na categoria estilo livre conjunto. A noite teve muitos lindos momentos, que agradaram o público e os participantes. Leony Camargo, eleita a Miss Simpatia do evento, mostrou muita animação em quatro coreografias. “Meu segredo para participar de vários grupos é a felicidade e estar de bem com a vida. Participar do festival foi muito bom. Dou nota 1.000 para a organização do evento”, afirma. A viúva Juracy das Graças Rachinski Zanotto disse que estava deprimida, mas foi resgatada pelo programa Ativa Idade, da Secretaria de Assistência Social. “Tudo o que faço hoje é com muita satisfação. Reencontrei a alegria de estar viva”, diz.
A secretaria de Assistência Social, Cristina Silvestri, avalia o sucesso do festival e já pensa nas próximas edições. “Foi fantástico. É o primeiro de muitos que iremos fazer. Nas próximas edições vamos inovar para agradar ainda mais o público da melhor idade, que merece sempre o melhor”. O evento finalizou na manhã deste domingo (15), com ginástica laboral e confraternização.

Premiação
Coreografia Estilo Livre Conjunto:
1º lugar: Grupo Alegria de Viver, Guarapuava (coreografia Quick Change)
2º lugar: Grupo Ronaldo Rodrigues, Florianópolis (coreografia Made in Japan)
3º lugar: Grupo Balanço das Ondas, Balneário Camboriú (coreografia Bonecas)

Dança Folclórica Conjunto:
1º lugar: Grupo Expressão Vital, Florianópolis (Festa Cigana)
2º lugar: Grupo Alegria de Viver (Frevo)
3º lugar: Grupo Ronaldo Rodrigues (Viva a Itália)

Dança Folclórica Duo:
1º lugar: Grupo Amigos da Tradição, Guarapuava (Fandangueiro)
2º lugar: Grupo Expressão Vital (coreografia Meu Primeiro Amor)
3º lugar: Amigos da Tradição (Valsa da Paixão)

Dança de Salão:
1º lugar: Grupo Ronaldo Rodrigues (Como nos velhos tempos)

Miss Simpatia: Leony Camargo, Guarapuava
Mister Simpatia: Edgar João Quirino, Florianópolis
Coreógrafo destaque: Ronaldo Rodrigues
Melhor coreografia: Como nos velhos tempos
Conjunto revelação: Florianópolis
Figurino: Lady and Gentleman, Florianópolis
Dançarino revelação: Miguel da Cruz
Dançarina revelação: Nilma Neves
Assessoria de Impensa PMG


PRF apreende carga de desodorante

15/9/2013-15:23:12-Escala Noticias-
 Evandro Artuzi-
Noticias Policiais
A mercadoria estava num Fox, com placa de Guarapuava.

 Créditos da Foto: PRF 
 
A mercadoria apreendida foi entregue à Receita Federal.

Um Fox, com placa de Guarapuava, foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal ontem (13) a tarde durante fiscalização na BR 280. O veículo estava carregado com 912 unidades de desodorante de origem Argentina.

O motorista de 42 anos, contou que a mercadoria seria vendida em Guarapuava. Os produtos foram entregues à Receita Federal de Dionísio Cerqueira (SC).

Havan é destaque no The New York Times

15/9/2013-15:18:12-Escala Noticias-
Fonte  Super Informado
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Uma empresa brasileira ganhou destaque nas páginas do jornal The New York Times deste domingo, 15 de setembro. A reportagem do correspondente Simon Romero ocupa a página A6 da publicação, mas pode ser conferida também no site do jornal norteamericano.

Sob o título “Reshaping Brazil’s Retail Scene, Inspired by Vegas and Vanderbilt” (Transformando o cenário do varejo no Brasil, inspirado por Vegas e Vanderbilt), o repórter, que atua no escritório do Rio de Janeiro, apresenta o estilo americano do varejo da rede. Seu interesse foi inspirado principalmente pelos símbolos adotados nas fachadas das lojas Havan: a arquitetura da Casa Branca e a Estátua da Liberdade.

Romero descreve que o modelo de varejo da Havan está pautado no estímulo ao consumo, através de um marketing agressivo, mega lojas e preços baixos, sendo, com isso, um exemplo bem sucedido, que destoa do atual momento econômico do País. A reportagem analisa também a relação da empresa com seus colaboradores, destacando a motivação das pessoas que atuam nas lojas. E ressalta, ainda, a forma como a Havan enfrenta a oposição à escolha de símbolos americanos para representar a sua marca.

Para produzir esta matéria, o repórter Simon Romero, acompanhado da cinegrafista Nádia Sussmann e do fotógrafo Maurício Lima estiveram em Santa Catarina na última semana de agosto, quando foram recebidos pelo diretor-presidente do Conselho de Administração da Havan, Luciano Hang, e demais diretores da empresa.




Transformando o cenário do varejo no Brasil, inspirado por Vegas e Vanderbilt

Enquanto os líderes brasileiros se perguntam se o consumo deve ser o antídoto para uma economia lenta, um magnata de uma loja de departamentos está correndo na frente com sua resposta, levando um consumismo sem restrições, no estilo americano, para um novo nível.

Proclamando Las Vegas, a Meca do jogo, como sua cidade ideal, Luciano Hang vem abrindo lojas de departamento a cada 15 dias, do Sul do Brasil até a Amazônia. Cada nova estrutura é uma homenagem ao capitalismo americano, com colunas que evocam a Casa Branca e réplicas gigantescas da Estátua da Liberdade posicionadas na entrada, algumas com mais de 30 metros de altura.

“Minha filosofia é pró-capitalismo, então, é claro que o melhor símbolo para isso vem dos Estados Unidos” comenta o Sr. Hang, que viaja pelo Brasil em um Learjet para visitar as quase 60 lojas da sua rede, chamada de Havan. “Eu falo para as pessoas que nosso lema é liberdade: a liberdade de permanecermos abertos quando quisermos, a liberdade de trabalhar para nós e a liberdade de comprar” acrescenta. “Eu sei que isso pode ser controverso, mas eu acho que são poucos os que não concordam com minha abordagem”.

Na verdade os consumidores parecem concordar, atraídos pelos preços baixos, pela grande variedade e também pela temática das lojas. Dentro da matriz em Brusque, no estado de Santa Catarina, compradores param para tirar fotos com réplicas de uma Ferrari vermelha e um Corvette cor de rosa.

Alguns economistas questionam se o Brasil deveria confiar no consumo para aquecer a economia, um comportamento estimulado por um aumento no crédito fornecido pelos bancos do governo, em uma época em que os níveis de débito dos trabalhadores atingem uma alta recorde. A Caixa Econômica Federal, uma gigantesca instituição financeira controlada pelo estado, ainda permite que consumidores endividados tenham uma “pausa” nas suas obrigações, para que possam aumentar seu débito.

Mas os economistas dizem que as autoridades deveriam fazer mais para aumentar os investimentos em áreas como fábricas e infraestrutura, diminuindo a burocracia e um sistema tributário complexo e perverso. Se medido como uma porcentagem da economia, os níveis de investimento do Brasil são mais baixos que os da Argentina e do México.

Inspirado pela cultura consumista que testemunhou nas suas várias viagens aos Estados Unidos, o Sr. Hang, um cinquentão esguio, que se veste casualmente com jeans encontrados nas prateleiras de suas lojas, pensa que este consumo combina com o Brasil. “Terei 100 lojas em 2015 e o dobro disso alguns anos depois” afirma.

Nem todos concordam que copiar o consumismo americano ou construir Estátuas da Liberdade em várias cidades é o melhor caminho.

“É uma espécie de colonialismo” diz Henrique Perazzi de Aquino, 53, professor de história de Bauru, no estado de São Paulo, onde ele e outros moradores recentemente formaram um movimento que se opõe à estátua defronte à nova loja da Havan. “Nós ainda estamos dependentes dessa cultura norte americana. Nós poderíamos gostar mais de nós mesmos”.

Como alternativa, propôs um monumento ao Bar da Eny, um renomado bordel local que já foi frequentado por políticos e escritores. Mas no final, o Sr. Hang conseguiu o que queria, enfatizando que a chegada da Havan em Bauru criaria 200 empregos. Outra Estátua da Liberdade foi construída.

O Sr. Hang comenta que está consciente que seu entusiasmo a respeito do estilo consumista americano contrasta com o ambiente atual, onde os líderes estão irritados com as revelações de que a NSA espionou a presidente Dilma Rousseff.

Fora da elite política e dos círculos intelectuais, o sentimento pró-americano ainda é forte, insiste o Sr. Hang. O Consulado Americano em São Paulo, onde 3.000 pessoas por dia vão solicitar vistos para os Estados Unidos, parece comprovar a sua opinião. O consulado está entre os primeiros emissores de vistos para os Estados Unidos do mundo.

A América está profundamente entrelaçada na identidade do Sr. Hang assim como na sua marca. A proteção de tela de seu smartphone mostra uma fotografia de sua esposa com a atriz Sharon Stone, tirada em um lançamento imobiliário em uma praia brasileira. Ele dirige somente Chryslers importados.

Ele chama suas lojas de “Casa Branca Brasileira” e contratou atores brasileiros para falar com sotaque americano nos comerciais para televisão, representados como cowboys, rappers e membros de gangues de motocicletas.

Enquanto algumas companhias americanas usam termos criativos para descrever seus empregados (na Starbucks, por exemplo, eles são “parceiros”), as 10 mil pessoas que trabalham para o Sr. Hang são chamadas de “colaboradores”. Ele é o único proprietário da Havan e não revela os resultados financeiros, mas diz que a receita das vendas anuais ultrapassa US$ 1 bilhão. A cada nova inauguração, os colaboradores são encorajados e criar seu próprio “grito de guerra”, uma canção frenética que bradam, motivados pelo Sr. Hang, com punhos pulsando no ar. “Gostamos de mostrar aos nossos colaboradores que o trabalho não precisa ser chato, mas divertido e revigorante” afirma o Sr. Hang.

Filho de trabalhadores de fábricas têxteis, com descendência de imigrantes alemães e italianos, o Sr. Hang diz que admira a cultura europeia, mas prefere os Estados Unidos. Ele diz que recentemente foi inspirado por um documentário do History Channel, “Os homens que construíram a América”, sobre titãs industriais como John D. Rockefeller e Cornelius Vanderbilt.

“Não consegui dormir depois que vi aquele programa” afirma.

Seu modelo de negócios é parcialmente baseado no Walmart, cujas origens a partir de pequenas cidades ele admira, assim como o método de transformar economias de escala em preços baixos.

Alguns dos críticos do Sr. Hang não enxergam dessa maneira. Ademir Brunetto, um deputado de Mato Grosso do Sul, critica as deduções de impostos conseguidas este ano pela Havan, que o Sr. Brunetto vê como uma estratégia para esmagar pequenos competidores.

“Posso conviver com a Estátua da Liberdade, que até acho bonita” diz o Sr. Brunetto, membro do Partido dos Trabalhadores. “Apenas não posso concordar com a ideia da Havan chegando nos lugares e tirando lojas com décadas de história na comunidade fora dos negócios”.

O Sr. Hang diz que desistiu do plano para abrir uma loja em Alta Floresta, cidade do Sr. Brunetto. “Se ele não quer essa injeção de vitalidade na economia, é uma decisão dele”.

Onde a Havan coloca estacas, impressiona. Em Barra Velha, Sul do Brasil, a réplica da Estátua da Liberdade tem 57 metros, quase duas vezes a altura do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Um elevador leva os visitantes até o topo, onde podem ver a vista sobre a rodovia.


“A loja, a estátua, o estacionamento, são tão limpos, tão bonitos, tão grandes” diz Adilson Rezende, um motorista de caminhão de Conselheiro Lafaiete que parou na frente da loja para tirar fotos. “Parando aqui, eu quase sinto como se não estivesse no Brasil”.

Vigilância Sanitária em Guarapuava interdita distribuidora ilegal de carne

15/9/2013-15:06:12- Escala Noticias
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A Vigilância Sanitária de Guarapuava, na região central do Paraná, interditou uma distribuidora de carne que funcionava em uma casa localizada no bairro Morro Alto, nesta sexta-feira (13). No local eram feitos cortes de peças de carnes para revender para açougues e mercados da cidade. De acordo com a Vigilância Sanitária, o local funcionava sem a regulamentação necessária e sem alvará fornecido pelo Corpo de Bombeiros e pela Vigilância Sanitária. Os responsáveis pela distribuidora têm dez dias para apresentar defesa e regularizar a situação.
Segundo os fiscais da Vigilância Sanitária, algumas regras obrigatórias de higiene não eram respeitadas como o manuseio dos alimentos sem a utilização de acessórios de proteção e higiene. De acordo com o inspetor da Vigilância Sanitária, Altair Angelo dos Santos, os funcionários foram encontrados usando chinelo de dedos, sem luvas, jalecos ou tocas.
A Vigilância informou que o local não tinha condições de abrigar um estabelecimento voltado para a manipulação e revenda de alimentos. Agora a Vigilância deve verificar se a origem da carne distribuída pelo local é ilegal ou não.
De acordo com os fiscais, os cerca de 60 quilos de carne que estavam sendo manipulados de modo irregular foram apreendidos. Após a regularização dos documentos necessários para o funcionamento, o local passará por nova inspeção da Vigilância. Segundo Santos, as denúncias foram feitas por outros estabelecimentos em situação legal.
g1

Polícia prende quinteto que aterrorizava mulheres e idosos em Curitiba

15/9/2013-14:50:17-Escala  Noticias
By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: Rádio Banda B – Imagem: Antonio Nascimento (Rádio Banda B)


Policiais da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) prenderam, na tarde da última quinta-feira (12), em flagrante, um quinteto que praticava assaltos a pedestres na região do Parque Jardim Botânico, em Curitiba.
Maria Adelaide dos Santos Costa, de 46 anos, Lilian Biesek de Souza, de 27, Edson Marcelo Sloboda, de 41, Jeferson Campos da Guarda, de 41 e Valmir Bueno foram capturados.
De acordo com as vítimas ouvidas, os suspeitos as cercavam e mediante grave ameaça, com utilização de facas, subtraiam os seus pertences. “Os alvos do bando eram principalmente idosos e mulheres desacompanhadas”, afirmou o delegado Rodrigo Silva de Souza, adjunto da DFR.
Quem tiver sido vítima dos suspeitos pode entrar em contato com a especializada pelo telefone:32186100.

Jovem de Mallet morre em acidente na BR-153

15/9/2013-14:47:12-Escala Noticias
By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: Rádio Najuá – Imagem: Divulkgação

A BR-153 foi mais uma vez palco de um acidente fatal. Na tarde de hoje, 14, o jovem Felipe Sokolowski, de 22 anos, morreu após um capotamento no trevo de Paulo Frontin.
Felipe conduzia um veículo Montana no momento do acidente. De acordo com informações do portal rádio Studio W, o rapaz estava sem cinto de segurança e foi arremessado para fora do carro, que tombou sobre seu corpo.
Felipe foi conduzido ao hospital Regional São Camilo, em União da Vitória, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 15 h. O rapaz residia em Mallet.