quinta-feira, 23 de maio de 2013

Agentes penitenciários são capacitados por curso

23/05/2013 - 09:10:12                   Escala   Noticias
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Agentes penitenciários começaram o 1º Curso de Operações Especiais Penitenciárias. São 130 agentes que integrarão grupos para agir em situações extremas, como rebeliões, motins e ações de violência no sistema penitenciário paranaense. Eles serão lotados em Curitiba, Londrina e Guarapuava. 

O treinamento, na Academia Militar do Guatupê, é promovido pela Polícia Militar, em conjunto com o Departamento de Execução Penal (Depen/PR) e com a Escola de Educação em Direitos Humanos (ESEDH), da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. 

“O objetivo desse grupo é garantir a segurança e a vida daqueles que cumprem pena e dos servidores que desempenham suas atividades nos estabelecimentos penais do Paraná”, informa a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes. 

Participam do curso agentes que já trabalham em unidades prisionais do Estado e foram aprovados nos testes seletivos físico, médico e psicológico, realizados nos últimos três meses. Eles vão formar a Seção de Operações Especiais do Depen/PR, dividida em três bases regionais, em Curitiba, Guarapuava e Londrina. 

O grupo que vai compor a base de Londrina iniciou o curso terça-feira (21) em Maringá. O segundo grupo, que vai integrar as bases de Curitiba e Guarapuava, começa nesta quinta-feira (23), com aula inaugural às 14h, na Academia Policial Militar do Guatupê. 

O curso terá dois meses de duração, somando 360 horas. Os agentes terão aulas, por exemplo, de Direito Penal, Direitos Humanos e Intervenção Tática Prisional, além de outras 36 disciplinas. “A grade curricular é voltada a construir um tratamento penal eficiente e humanizado, afirma o diretor da Divisão de Operações de Segurança do Depen/PR”, Elidio Peçanha. 

Segundo ele, o curso será fundamental para a administração das unidades e para a própria sociedade. “Esta é uma forma de trabalhar com eficiência e colaborar com a segurança pública, por permitir que os policiais militares que hoje fazem esse tipo de trabalho possam realizar as suas funções de policiamento ostensivo”, afirma.
GN

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